Deep Purple: três entrevistas de Roger Glover

 Fonte: Whiplash.net

Em entrevista ao UOL, Roger Glover, do DEEP PURPLE, disse que “vários de nossos fãs brasileiros já nos assistiram ao vivo, eles já sabem o que esperar. Ou seja, o inesperado. Somos músicos e não integrantes de um show de circo. Nossos shows se referem apenas à música”.

Em outra matéria do UOL, que pode inclusive ser conferida em vídeo, o baixista explica a origem da clássica “Smoke on the Water”, cujo nome, conforme a lenda, surgiu em um sonho inspirado por um incêndio em um concerto de Frank Zappa em Montreux: “Sim, mas não foi bem um sonho. Eu simplesmente acordei na cama naquele momento em que você tem consciência de que está vivo e seus olhos ainda estão fechados. Uma coisa ímpar aconteceu. Estava sozinho no quarto, foi um ou dois dias após o incêndio, e quando despertei, ouvi a mim mesmo dizendo estas palavras. Então abri meus olhos e me dei conta de que havia dito alguma coisa. Foi o que eu disse antes, simplesmente falei: ‘Smoke on the Water’ (‘Fumaça na Água’). Então, bem, eu acho que veio de um sonho. Eu não sei exatamente se foi isso! Isto certamente surgiu quando eu estava entre dormindo e acordado. E, de fato, nós não usamos a idéia por várias semanas. Trabalhamos em outras canções, como ‘Lazy’ e ‘Pictures at Home’, coisas assim. E aí nós tínhamos esta canção com este riff, que sequer achávamos bacana. Era um tempo em andamento médio, monótono. ‘Então está OK’, eu disse, ‘vamos tentar finalizá-la com as palavras que me vieram à mente, talvez pudesse se tornar uma canção sobre o que nos aconteceu aqui em Montreux’. E foi assim que fizemos”.

E no G1, sob o título “Não somos um grupo de música de cabaré”, Glover, perguntado sobre o motivo pelo qual o grupo está voltando ao Brasil pela quarta vez em cinco anos, respondeu: “O DEEP PURPLE se tornou um grupo focado em turnês. Fazemos shows o tempo todo, e o grande motivo para isso é que os negócios mudaram muito. Com a queda na venda de CDs, que está praticamente acabada, o trabalho das bandas se foca em shows ao vivo. É a forma que elas encontraram para sobreviver. Nosso grupo se consolidou como o de uma grande apresentação ao vivo, e hoje podemos encontrar lugares para tocar com bastante público em qualquer lugar do mundo, o que nos mantém muito ativos”.

O DEEP PURPLE se apresentará no Citibank Hall (22/02), em Curitiba, no Hellooch (23/02), e em São Paulo, no Credicard Hall (24/02).

Recapitulando então:
Roger Glover: entrevista ao UOL #1, entrevista ao UOL #2 e entrevista ao G1.

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Faiska abrirá show do Deep Purple em São Paulo

 Fonte: Whiplash.net

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Roberta Bragaglia | Publicado em 20/02/08

A abertura do show do DEEP PURPLE no Credicard Hall, no próximo dia 24, terá muito rock e blues instrumental. Faiska, três álbuns solo lançados, sete vídeo-aulas e mais de três décadas de carreira vai disparar os acordes de sua guitarra durante uma hora no aquecimento para a apresentação da banda inglesa.

“Nunca foi segredo que o Deep Purple foi uma das minhas grandes influências. Fazer este show será um grande momento e uma honra para mim”, afirma Faiska, que começa a tocar 18h45 e incluirá no repertório músicas dos álbuns Nevoeiro (1990), Stratosfera (1994) e Bend (2004). “Vamos deixar a galera no pique para o Purple”, completou.

No show do Credicard Hall, Faiska será acompanhado pelo baixista Ximba Uchyama, o tecladista Mario Testoni Jr. e o baterista Mário Fabre. O guitarrista começou a carreira profissional no início da década de 70, acompanhando o cantor Eduardo Araújo. Além da carreira solo, dedicou-se ao longo de mais de 30 anos a gravar jingles publicitários e gravar discos e acompanhar outros artistas, entre eles Rita Lee, Fagner e Ná Ozzetti.

Os primeiros contatos de Faiska com a guitarra se confundem com o início da história do DEEP PURPLE. Ainda adolescente, já tocava todas as músicas da banda, tirados depois de ouvir exaustivamente cada vinil. “Teve um momento que a coisa ficou fácil, eu tocava cada nota igual à música original”, conta o guitarrista. “O Deep Purple foi um grande aprendizado para mim, importante para a minha formação como músico”, diz.

Mais informações podem ser obtidas com Roberta Bragaglia, empresária do guitarrista, pelo fone (11) 7642-6411/(11) 7729-4011 ou pelo e-mail: robertabragaglia@faiska.com.br

Clique aqui para visitar o site do artista

Shaman abrirá show do Deep Purple no Brasil

Traduzido por Milena Dias de Paula

Fonte: Whiplash.net

SHAMAN (antigo SHAAMAN) – a reformulada banda brasileira que inclui o baterista Ricardo Confessori, ao lado do guitarrista Leo Mancini, do vocalista Thiago Bianchi e do baixista Fernando Quesada – agendou as seguintes datas:

23 de Fevereiro – Curitiba, Brasil – Helloch (abrindo o show do DEEP PURPLE)
29 de Março – Barra Bonita (São Paulo), Brasil [a ser anunciado]

O último álbum da banda, “Immortal”, foi lançado em novembro de 2007 pela Italy’s Scarlet Records.

SHAAMAN (como a banda era conhecida antes de se separar) lançou seu segundo e último álbum, “Reason”, em Maio de 2005 pela AFM Records. O CD de 10 músicas lançado em 2002, “Ritual”, foi mixado e masterizado no Heaven’s Gate Studios, em Wolfsburg, Alemanha, com o produtor Sascha Paeth, que previamente trabalhou com obras de KAMELOT, EDGUY, RHAPSODY e FREEDOM CALL. Um DVD entitulado “RituAlive”, foi lançado em 2003.

O antigo frontman do SHAAMAN, André Matos (também ex-ANGRA), lançou seu álbum solo de estréia em Agosto de 2007.