Blackmore´s Night: Candice comenta papel em filme


“House Of Eternity” é o primeiro filme no qual você trabalha. O que motivou-lhe a começar a trabalhar em um filme? Trata-se de um interesse recém descoberto ou algo que você já queria fazer há algum tempo?

Candice: “Eu definitivamente tenho a atuação correndo em meu sangue, e desde os quatro anos de idade eu já participava de aulas de teatro pois achava fácil me tornar uma outra pessoa por alguns instantes, mesmo que achando um pouco daquela pessoa dentro de mim mesma. Quando comecei a escrever músicas, percebi que poderia utilizar a mesma técnica e então me transformar em um personagem que entretanto, deve ter sempre algo que siga em paralelo comigo, o que garantirá que eu me expressarei através daquelas palavras também, mas a oferta de um papel neste filme foi realmente uma surpresa maravilhosa para mim”.

Por qual motivo escolheu fazer um filme de terror em sua primeira atuação? Você tem alguma espécie de interesse no gênero?

Candice: “Para ler, eu sou grande fã do gênero do terror psicológico. John Saul é meu autor favorito mas nos filmes às vezes se torna difícil ter o equilíbrio entre te afetar psicologicamente e não ser completamente sobre sangue e ‘gore’ (tipo de filme onde comumente há banhos de sangue). Eu encontrei no roteiro do filme vários aspectos dos personagens. Há verdade, amor profundo e eterno, romance, comédia, etc. Há também raízes em uma história verdadeira em algo que estava acontecendo naquele período do tempo que adiciona uma certa realidade à história. Então o enredo me chamou atenção de várias formas”.

Filmes de terror e rock tendem a ser uma boa mistura. Você também cantará na trilha sonora?

Candice: “Eu encontrei um dos produtores do filme durante uma entrevista para o VH1 há alguns anos. Ele conhecia o tipo de música que nós fazemos no BLACKMORE’S NIGHT e se declarou fã do estilo que funde rock com música renascentista. Quando eu fiz o teste para o filme, coincidentemente eu tinha algumas amostras do meu trabalho solo no carro, então toquei para eles e eles gostaram. É algo mais voltado para o mistério e magia do que um rock direto, então se encaixa perfeitamente no filme”.

A entrevista complete pode ser lida no crushermagazine.com.

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